quarta-feira, 28 de outubro de 2009

I Encontro Paulista de Biodiversidade

Por meio de sua Coordenadoria de Biodiversidade e Recursos Naturais e do Projeto de Recuperação de Matas Ciliares, a Secretaria de Estado do Meio Ambiente promove, entre 16 e 18 de novembro de 2009, o I Encontro Paulista de Biodiversidade.

Com foco na temática “Florestas e Sustentabilidade”, neste I Encontro será discutida a situação
atual e cenários futuros da cobertura vegetal do Estado de São Paulo e políticas públicas relacionadas, além de metodologias para a restauração e monitoramento florestal, abordando experiências voltadas a florestas e sustentabilidade.

O público-alvo do I Encontro Paulista de Biodiversidade são técnicos, lideranças e representantes de entidades ambientalistas, de agricultores e das diversas esferas de governo, profissionais da imprensa e estudantes.

O evento terá em sua programação conferências, palestras, mesas de debates e divulgação de experiências de restauração florestal, em apresentações e painéis. Dentre os projetos apresentados, os melhores, conforme a escolha do público participante,serão premiados ao final do evento.

Mais informações em: http://www.sigam.ambiente.sp.gov.br/Sigam2/Default.aspx?idPagina=7349

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Tese do resfriamento global ganha força entre estudiosos

Da Redação, com informações do Jornal da Band
cidades@eband.com.br
A dois meses do Congresso Mundial sobre Mudanças Climáticas, na Dinamarca, a teoria de que o planeta estaria esfriando, ao invés de aquecer, tese mais aceita, tem ganhado força entre cientistas.
No Brasil, um dos principais defensores desta teoria é Luis Carlos Molion, físico com pós-doutorado na Inglaterra e experiência de 25 anos à frente do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). A tese é fundamentada no princípio de que a Terra tem um ciclo natural de aquecimento e resfriamento que dura em média 60 anos. Os oceanos são os responsáveis por regular a temperatura do planeta e, de acordo com pesquisas internacionais, estão perdendo calor.
Segundo Molion, reduzir as emissões de gás carbônico (CO²) não teria efeito nenhum sobre as mudanças climáticas, já que “os fluxos naturais de carbono entre oceano, vegetação, solos, e atmosfera somam 200 bilhões de toneladas por ano”. O homem seria responsável por apenas seis toneladas. Para ele, a grande divulgação da teoria de aquecimento global serve aos interesses dos países desenvolvidos, já que os acordos sobre mudanças climáticas preveem que as nações mais pobres precisam reduzir as emissões de CO².
Apesar disso, as temperaturas nas cidades têm crescido por conta do fenômeno conhecido como ilha de calor, quando o calor do sol aquece diretamente concreto e asfalto, e não árvores e rios, e eleva os termômetros.
Clique no link e assista á reportagem:

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação

VI CBUC encerra convocando continuidade da luta pelas UCs


Durante cinco dias, o VI Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação reuniu cerca de 1.200 pessoas de várias regiões e países, que participaram de conferências e simpósios sobre diversos temas relacionados a unidades de conservação: pagamento por serviços ambientais e ecossistêmicos, impactos ambientais provocados pela exploração das reservas de petróleo ultra-profundo, entre outros temas referentes aos desafios de aliar conservação da natureza ao desenvolvimento econômico.

Dentre os destaques do congresso, estavam os debates sobre mudanças climáticas, que deixaram claro que a sociedade precisa se mobilizar para que o Brasil assuma posição de líder na COP 15 (15ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas), que acontece em dezembro, em Copenhague, na Dinamarca. Os debates contaram com a participação do deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB/PR), do diretor executivo do Greenpeace no Brasil, Marcelo Furtado, e do pesquisador Philip Fearnside, do INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), entre outros debatedores. O prefeito de Curitiba, Beto Richa, também participou do primeiro debate anunciando a implantação do Fórum de Curitiba para Mudanças Climáticas, que vai preparar a cidade para as mudanças necessárias.

Para Malu Nunes, coordenadora do VI CBUC, o congresso foi o fórum legal para que se implementem novas medidas de proteção às unidades de conservação e para que o governo federal tome uma posição oficial em relação a COP 15. “Temos que sair na frente dos demais para proteger a nossa biodiversidade e o futuro do planeta”, afirmou.Para o almirante Ibsen de Gusmão Câmara, presidente da Rede Pró-Unidades de Conservação e conselheiro da Fundação O Boticário, o quadro atual remete a uma situação de extinção em massa das unidades de conservação. “A situação da biodiversidade está extremamente séria”, advertiu. “A luta é permanente para que se criem novas unidades de conservação na terra e no mar”, afirmou o almirante. “Não há nada mais nobre no planeta do que tentar salvar o que surgiu há 2,5 bilhões de anos”.

Para saber mais sobre o que foi discutido durante as conferências e simpósios e ouvir depoimentos completos de palestrantes, acesse o site do congresso: www.fundacaoboticario.org.br/cbuc.

Moções e Mudanças Climáticas II

O VI CBUC terminou com a aprovação de oito moções e com a realização do segundo debate sobre Mudanças Climáticas.Entre as moções aprovadas pelos participantes, por unanimidade, está a que pede ao Supremo Tribunal Federal (STF) o julgamento com máxima urgência de ação que garante a integridade territorial das unidades de conservação, sobretudo as de proteção integral.

Outra moção, também de relevância, pede aprovação imediata pelo Congresso Nacional de proposta de emenda constitucional que inclui os biomas Cerrado e Caatinga como patrimônios nacionais.

Das moções aprovadas, uma manifesta total repúdio as alterações feitas pelo Governo Federal nos limites do Parque Nacional da Serra da Canastra, o que coloca em risco sua própria viabilidade ecológica.

O encerramento do VI CBUC foi marcado também pela realização do segundo debate sobre Mudanças Climáticas, com participação do ex-deputado Fábio Feldmann, idealizador do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas e Secretário-executivo do Fórum Paulista de Mudanças Climáticas e Biodiversidade; Tasso Rezende de Azevedo, consultor do Ministério do Meio Ambiente e integrante da equipe do Governo Federal para a COP15; e Antonio Donato Nobre, pesquisador titular do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e representante institucional do INPE.Todos foram unânimes em afirmar que o Brasil precisa estabelecer meta para redução de emissão de carbono e implantá-la imediatamente. “O Brasil é um país importante do ponto de vista ambiental e não pode deixar de exercer um protagonismo positivo”, declarou Feldmann.
Para acessar todas as moções aprovadas, clique aqui.

Sobre o CBUC

O Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação é promovido pela Fundação O Boticário de Proteção à Natureza desde 1997 e acontece a cada dois anos. O objetivo é disseminar conhecimento e propiciar a troca de experiências entre as pessoas que trabalham pela conservação de áreas naturais no Brasil e no mundo, com o intuito de viabilizar soluções práticas para a preservação da vida na Terra.

Extraído de: http://internet.boticario.com.br/portal/site/fundacao/menuitem.e747c775b885c43fe4e25afce2008a0c?epi_menuGrafico=Sobre_Fundacao&IDNoticia=3b2c75329fa04210VgnVCM1000006f04650aRCRD

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Mosaico revela início da ocupação no Mato Grosso






16/9/2009
Agência FAPESP – As áreas de Cerrado no Estado de Mato Grosso estavam bem conservadas até o início da década de 1980, de acordo com um mosaico feito com imagens dos satélites Landsat 1, 2 e 3, que acaba de ser concluído pelo programa Panamazônia II, desenvolvido na Divisão de Sensoriamento Remoto do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

De acordo com o Inpe, o mosaico permitiu observar que, até 1980, havia uma ocupação muito restrita nos arredores de Alta Floresta, nos garimpos do rio Peixoto de Azevedo e na serra do Roncador, onde havia grandes agropecuárias como o empreendimento Suiá Missu, que tinha na época cerca de 400 mil hectares.

Não existiam naquele período os imensos campos de soja que vieram no final dos anos 80 e início dos anos 90”, disse o coordenador do programa Panamazônia II, Paulo Roberto Martini, da Coordenação Geral de Observação da Terra, da Divisão de Sensoriamento Remoto do Inpe.

O mosaico foi elaborado com imagens do sensor multiespectral MSS do satélite Landsat, que registra alvos maiores que 80 metros. As imagens são compostas pelas bandas 574, que correspondem aos intervalos espectrais do vermelho, do infravermelho e do verde.
A correção geométrica foi elaborada tendo como suporte os mosaicos ortorretificados Geocover, disponibilizados pela Nasa – a agência espacial norte-americana –, que permitem tomadas de medidas internas e de localização absoluta ao nível da dimensão do pixel (80 metros). Com isso, é possível medir com boa precisão as manchas de desmatamento nas áreas de floresta e, também, aquelas iniciais das áreas de Cerrado.

O Projeto Panamazônia II atualmente analisa os biomas Floresta e Cerrado do Mato Grosso também com imagens Landsat dos anos de 1990, 2000 e 2005, com atualizações para 2008 apoiadas por imagens do satélite sino-brasileiro CBERS.
O Brasil possui, de acordo com o Inpe, um dos acervos de imagens de satélites mais antigos do mundo, pois recebe os dados Landsat desde 1973 através da estação do instituto em Cuiabá (MT).

Lançado em 1972, o Landsat foi o primeiro equipamento orbital de sensoriamento remoto de recursos terrestres, sendo o Brasil o terceiro país a receber esse tipo de imagem, depois apenas dos Estados Unidos e Canadá. O Centro de Dados de Sensoriamento Remoto do Inpe, instalado em Cachoeira Paulista (SP), disponibiliza as imagens desse acervo na página www.dgi.inpe.br/CDSR
Mais informações:
www.dsr.inpe.br/panamazon.htm

terça-feira, 1 de setembro de 2009

I Workshop sobre Utilização de SIG na Análise Ambiental

Estão abertas, no site http://www.institutoaf.org.br/sig , as inscrições para o I Workshop sobre UTILIZAÇÃO de SIG na ANÁLISE AMBIENTAL.

O evento, que visa trazer para os participantes exemplos de abordagens de vanguarda na aplicação dos SIG´s em soluções ambientais, tem como público alvo , docentes de instituições de ensino superior, instituições públicas e privadas, terceiro setor, estudantes de graduação e pós-graduação de áreas relacionadas as ciências ambientais e profissionais com atuação nas práticas de conservação dos recursos naturais e dos processos legais através do uso de SIG´s.

Para a sua primeira edição o evento contará com o PATROCÍNIO da Geotec | MundoGeo.com | Monte Alegre Turismo, e com os importantes APOIOS da Gazeta de Piracicaba | GADE – ESALQ/USP | Prefeitura da ESALQ/USP | Laboratórios de Topografia e Geoprocesamento; Métodos Quantitativos; Silvicultura Urbana e Geoprocessamento do CENA | e da Prefeitura Municipal de Piracicaba e de suas Secretarias de Defesa do Meio Ambiente, de Ação Cultural e Turismo.

Maiores informações sobre programação e inscrições encontram-se no panfleto em anexo ou no site do Instituto Ambiente em Foco a partir de 01/09/09 (http://institutoaf. org.br/sig).

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Congresso da SERI, em Perth

Moçada, em breve enviaremos notícias do congresso mundial aqui em Perth, na Austrália. Não escrevi ainda porque hoje (quinta) teremos a saída de campo, e quero fazer uma compilação geral.
Aguardem!

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

I REFOREST - Simpósio Nacional sobre Restauração Florestal

Mensagem do Prof. Sebastião Venâncio Martins, do Laboratório de Restauração Florestal, Universidade Federal de Viçosa:

"Prezados professores, pesquisadores e estudantes,
Convidamos os colegas a participarem e pedimos a colaboração na divulgação do I REFOREST - Simpósio Nacional sobre Restauração Florestal, a ser realizado no período de 05 a 07 de outubro de 2009 no campus de Viçosa, MG da UFV.
Uma realizacão da Sociedade de Investigações Florestais (SIF/UFV) com apoio do CNPq em empresas.
Mais informações estarão sendo disponibilizadas na página da Sociedade de Investigações Florestais: www.sif.org.br."