sexta-feira, 16 de maio de 2008

3º Workshop Conservação da Biodiversidade de Plantas de Cerrado e Mata Atlântica

16/05/2008 Agência FAPESP – O 3º Workshop Conservação e Uso Sustentável da Biodiversidade de Plantas de Cerrado e Mata Atlântica: Diversidade Química e Prospecção de Bioprodutos ocorrerá nos dias 7 e 8 de julho, em Araraquara (SP).
A promoção do workshop, que terá participação de pesquisadores do exterior, é do Instituto de Química (IQ) da Universidade da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Araraquara.
O evento comemora os dez anos de atividades de pesquisa em Química de Produtos Naturais do Núcleo de Bioensaios, Biossíntese e Ecofisiologia de Produtos Naturais (NuBBE), do IQ da Unesp, laboratório referência nacional e internacional na área de produtos naturais.
Mais informações: www.nubbe.iq.unesp.br/workshop/index.htm

sexta-feira, 25 de abril de 2008

XIV Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto

Prezada Comunidade de Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento. É com prazer que informamos que o XIV Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto será realizado na cidade de Natal-RN, de 25 a 30 de Abril de 2009. O site já está no ar http://www.dsr.inpe.br/sbsr2009. Convidamos você a colaborar na divulgação do Simpósio entre seus pares. Se desejar material impresso para divulgação, temos cartaz e folder, peça-nos.Você também está convidado a cooperar na indicação de temas para Workshops, Mesas Redondas e Sessões Especiais. Embora esta indicação seja muito importante para que o SBSR possa atender aos anseios da comunidade, a sua disposição para organizar esses eventos é vital para que se viabilizem as sugestões. Assim, muito apreciaríamos se Você pudesse responder a este e-mail, se possível até 10 de maio, com as indicações abaixo:
Tema de Workshops, Mesas Redondas, Sessões Especiais:
Título:
Posso organizar ( )
Não posso organizar ( )
Indicação de nomes nacionais/ internacionais, com endereços completos ou e-mail para participar:
Outras sugestões que achar conveniente (palestras, cursos, etc.):As indicações e sugestões serão cuidadosamente analisadas pela Comissão Organizadora. Sua colaboração é fundamental, pois uma comunidade forte é conseguida com efetiva participação. Cordialmente, José Carlos N. Epiphanio Lênio Soares Galvão Coordenadores Gerais do XIV SBSR

terça-feira, 22 de abril de 2008

2º Seminário Educação SocioAmbiental - UNICAMP

Olás !!

Estou divulgando o 2º Seminário Educação SocioAmbiental, acho que será interessante.
Abç
Dri

O Centro Superior de Educação Tecnológica – CESET e a Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários – PREAC (com o apoio do Ministério do Meio Ambiente e Ministério da Educação) promovem os Seminários de Educação SocioAmbiental da UNICAMP com o objetivo estimular o contato, as trocas e o debate entre os diversas pessoas desta Universidade que atuam, pesquisam e militam no campo de uma Educação SocioAmbiental para Sociedades Sustentáveis.

Especificamente, neste 2º Seminário, o objetivo é buscar formas de fortalecimento das ações de Educação SocioAmbiental da UNICAMP, no caso, debatendo o "Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global", com alguns de seus autores mais atuantes.

Os participantes da Mesa Redonda (a ser realizada tanto em Limeira quanto em Campinas): Moema Viezzer (membro do Centro de Saberes e Cuidados Socioambientais da Bacia do Prata e do Coletivo Educador do Paraná), Rachel Trajber (Coordenadora Geral de Educação Ambiental do Ministério da Educação) e Marcos Sorrentino (Diretor do Departamento de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente), refarão a trajetória deste importante documento, que é referência para uma Educação SocioAmbiental crítica desde a Rio 92, como manifesto da Sociedade Civil escrito a centenas de mãos internacionais, até ser constituir-se numa das bases das Políticas Públicas de Educação Ambiental no Governo Federal.

Maiores informações, acesso ao "Tratado de Educação Ambiental" e inscrições podem ser feitas por meio do site
www.preac.unicamp.br/eaunicamp.
Em Limeira, a mesa ocorrerá no dia 24 de abril no Auditório do Pavilhão do CESET das 18:30 às 22:30.
Em Campinas, a mesa ocorrerá no dia 25 de abril, no Centro de Convenções da UNICAMP das 08:30 às 12:30.


Contamos com a presença de todos e agradecemos a ampla divulgação que puder ser dada a este convite.
Prof.Dr. Mohamed Habib (Pró-Reitor de Extensão)
Prof.Dr. Sandro Tonso (CESET - organizador dos Seminários de Educação SocioAmbiental)

domingo, 6 de abril de 2008

Extensão do ArcGiS que "plota" os shapes no Google Earth.

Olá, pessoal!
A Adriana me ensinou a baixar uma extensão do ArcGIS muito interessante. Ela "plota" os arquivos shape (desde que georreferenciados) no Google Earth!
É uma ótima ferramenta para quem precisa mosaicar!
segue abaixo o link para o download:

http://arcscripts.esri.com/details.asp?dbid=14273

A instalação é super fácil e quando abrimos o ArcMap ela já fica disponível.

Poderíamos colocar esta extensão nos computadores do LERF também.
O que acham?

Abraços
[ ]´s

terça-feira, 1 de abril de 2008

Critério para conservar



01/04/2008 Por Fábio de Castro


Resolução da Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo determina que critérios para autorização de supressão de vegetação nativa serão estabelecidos por mapa de áreas prioritárias para conservação feitos no Programa Biota-FAPESP
Agência FAPESP – Os dados científicos reunidos pelo Projeto Biota-FAPESP determinam, a partir de agora, os critérios e parâmetros para a concessão de autorização para supressão de vegetação nativa no Estado de São Paulo.
Uma resolução da Secretaria de Meio Ambiente (SMA) de São Paulo, publicada no Diário Oficial do Estado de 14 de março, estabelece que a análise de todos os pedidos para uso de áreas com florestas nativas deverá se basear nas categorias de importância para a restauração definidas no mapa “Áreas Prioritárias para Incremento para Conectividade” – um dos vários mapas produzidos pelo Biota.
De acordo com coordenador do Programa Biota-FAPESP, Ricardo Ribeiro Rodrigues, a resolução demonstra a efetividade do uso dos dados científicos na sustentação das políticas públicas estaduais na área ambiental.
“O volume de dados alcançado pelo Biota nos permitiu ter certeza de que eles poderiam ser usados para fornecer diretrizes às políticas públicas. Esse não era um objetivo inicial do programa, mas acabou se tornando um produto da máxima importância. O mais importante é que os critérios agora terão base científica”, disse o professor do Departamento de Ciências Biológicas da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP), à Agência FAPESP.
A resolução, segundo Rodrigues, foi traçada com base no livro Diretrizes para a conservação e restauração do Estado de São Paulo, produzido sob coordenação do Programa Biota em parceria com a SMA. A publicação está na gráfica e deverá ser lançada no fim de abril. Reserva legal
Rodrigues explica que a resolução utiliza os mapas do Biota para determinar objetivamente os critérios usados para não autorizar o uso de áreas que se prestam ao papel de corredores ecológicos e de abrigo de biodiversidade. O mapa de conectividade indica essas áreas prioritárias.
“Nos mapas, identificamos os fragmentos que são considerados prioritários para conservação e indicamos essas áreas para a compensação da reserva legal das propriedades agrícolas, além de recomendar a interligação desses fragmentos pela restauração da mata ciliar funcionando como corredor ecológico”, disse.
De acordo com o professor, dos 3,5 milhões de hectares de vegetação remanescente no Estado, apenas 760 mil estão em unidades de conservação. “O restante está em mãos de proprietários particulares. Para conservar essas áreas a proposta é transformá-las em reserva legal. Para as melhores áreas desses trechos, recomendamos a transformação em Reserva Particular de Patrimônio Natural”, afirmou.
Segundo a resolução, quem quiser solicitar a supressão de vegetação nativa dentro dos limites das áreas demarcadas como prioritárias pelo Biota deverá apresentar um estudo de fauna e flora, independentemente do estágio de regeneração em que se encontrar a vegetação.
Só será permitida a supressão e exploração da área nativa se a vegetação não abrigar espécies da fauna e flora silvestres ameaçadas de extinção. A concessão de autorização atenderá critérios fixados pelo mapa de conectividade.

quinta-feira, 27 de março de 2008

I Curso de Aplicações de Redes Neurais Artificiais

Gente, parece loucura, mas achei interessante e quem sabe possa ser utilizado na nossa área também.

Vou conferir.
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I Curso de Aplicações de Redes Neurais Artificiais

Público alvo: alunos de pós graduação, professores e pesquisadores

Justificativa: A técnica de redes neurais artificiais é uma técnica de modelagem de dados ainda pouco utilizada estudos agrometeorológicos e agrícolas, apresentando grande potencial para resolução de problemas

Objetivos do curso: Capacitar os interessados a utilizarem redes neurais para modelagem e estudos agrometeorológicos e agrícolas. Para tanto, o enfoque do curso será na resolução de exercícios práticos

Programa:
Sábado
26/04/2008

8:00 – 12:00 Tópicos Teóricos: Introdução e Motivação , Modelos de neurônios artificiais Modelagem matemática simplificada, Arquiteturas de Redes , Algoritmos de aprendizagem , Redes MLP ,Critérios de Parada , Redes de Hopfield ,Redes RBF
10:00 – 10:20 Café

13:30 – 17:30 Prática

Introdução a MATLAB
Exercício: Recuperação de falhas de
dados climáticos (Chuva), e predição
de séries temporais

15:00 – 15:20 Café


Domingo
27/04/2008

8:00 – 17:30 Prática

Exercício: Mapeamento não linear para problemas voltados à agronomia: Previsão de produtividade de cana-de- açúcar a partir de dados climáticos

10:00 – 10:20 café

12:00 – 13:30 Almoço

15:00 15:20 café


Professor : Hugo Valadares Siqueira, Mestrando na Engenharia Elétrica UNICAMP

Local: Centro de Ecofisiologia e Biofísica – CEB- IAC
Rua Theodureto de Almeida Camargo, 1500
Fazenda Santa Elisa -IAC

Inscrições com Dr. Glauco de Souza Rolim, pesquisador do CEB, glaucorolim@gmail.com
(Máximo de 20 vagas )

O curso é gratuito.

Até 11 de abril enviar email (nome, instituição, área de atuação)

Recuperação de áreas degradadas na Caatinga

Pesquisadores e técnicos da Embrapa Agrobiologia iniciaram esta semana o plantio de 3200 mudas para recuperação de áreas degradadas na região de Alto Rodrigues, Macau e Mossoró, no Rio Grande do Norte.
Trata-se de um projeto pioneiro em parceria com a Petrobrás UN-RNCE (Unidade de Negócio de Exploração e Produção do Rio Grande do Norte e Ceará) e a Universidade Federal Rural do Semi-Árido para revegetação de áreas na Caatinga, utilizando como base a tecnologia de recuperação de solos degradados já desenvolvida pela Embrapa Agrobiologia e aplicada com sucesso em outras regiões do país.
As áreas que serão recuperadas estão degradadas, já que tiveram toda a camada superficial do solo, que é a mais fértil e rica, retirada para a exploração de piçarro (espécie de cascalho e saibro retirado destas regiões para aterro nas áreas de exploração de petróleo).
Todas as mudas foram produzidas com tecnologia da Embrapa no viveiro da UFERSA-Mossoró. São mais de trinta espécies diferentes, sendo dez da família das leguminosas (base da tecnologia de recuperação). A maior parte é nativa da Caatinga.
Segundo pesquisador Alexander Resende, a Embrapa já tem montado um protocolo de produção e plantio de mudas. Neste projeto serão avaliados o desenvolvimento das espécies na região da Caatinga e também a sua influência na recuperação da áreas, usando a fauna do solo como indicadora de qualidade.
A busca de alternativas econômicas para essas áreas, a partir de sistemas agroflorestais também é uma meta desse projeto.Tecnologia utiliza leguminosas inoculadas com microrganismos.
A Embrapa Agrobiologia desenvolveu há mais de vinte anos uma tecnologia de recuperação de áreas degradadas utilizando plantas da família das leguminosas inoculadas com bactérias fixadoras de nitrogênio e fungos micorrízicos. As leguminosas associadas a esses microrganismos se tornam mais resistentes a estresses ambientais e conseguem sobreviver em solos onde a camada fértil foi retirada.
Essas estratégias de recuperação têm sido utilizadas com sucesso em diversas situações de degradação como áreas de empréstimos, cortes de estrada, voçorocas, áreas de mineração de ferro, ouro, bauxita, entre outras.
As parcerias da Embrapa Agrobiologia nesses projetos são desde órgãos de fomento, como CNPq, Faperj, Finep, à empresas privadas como ALUMAR (MA), Mineração Rio do Norte (PA), Vale do Rio Doce (PA,MG,ES), Samarco (MG), prefeituras municipais (Rio de Janeiro, Angra dos Reis, Niterói, etc) e sindicatos (Sindicato dos Mineradores de Areais de Seropédica-RJ), entre outros.

Ana Lucia Ferreira
Embrapa Agrobiologia
(21) 2682-1500 r:238 / www.cnpab.embrapa.br